quinta-feira, 24 de maio de 2012

Uma surpresa para José Fanha

Alguns alunos do 5º E adaptaram a obra do autor, que visitou a nossa escola no passado dia 22, "O dia em que a mata ardeu" e fizeram uma peça de teatro que apresentaram no início da sessão.
José Fanha gostou e agradeceu aos artistas o trabalho que apresentaram. Também os outros alunos e professores acompanhantes aplaudiram aquela bela dramatização. Parabéns a estes alunos do 5º E!



terça-feira, 22 de maio de 2012

Encontro com José Fanha


     Hoje, dia 22 de maio, o nosso Agrupamento teve a honra de receber o conceituado escritor José Fanha. Das 11 h. às 12:30 encontrou-se, na biblioteca da EB1, com os alunos do 4º ano. De tarde, foram dinamizadas duas sessões, na Escola Básica Ferreira Lapa, com todos os alunos do 6º ano (A, B, C, D e E). Também puderam participar as turmas do 5º B e do 5ºE e alguns alunos do 5º A e do 5º C (estes participaram de forma voluntária, pois não tinham aulas previstas no horário).
     Foi uma tarde muito divertida com a presença deste conhecido e bem-disposto escritor. Os alunos divertiram-se muito neste encontro em que o escritor declamou poemas, leu expressivamente extratos de algumas das suas obras (Diário de um menino já crescido, A namorada Japonesa do meu avô, Esdrúxulas, agudas graves- magrinhas e barrigudas)  e partilhou pequenas histórias. Os alunos até cantaram RAP, tornando as sessões animadíssimas e muito participativas.
     No final de cada sessão, foi com muito agrado que os alunos pediram para o escritor autografar os livros que alguns compraram, para mais tarde recordar.
     Este encontro com José Fanha será inesquecível para alunos e professores acompanhantes.
     Agradecemos a presença e disponibilidade do escritor e a prestimosa colaboração da Leya, na pessoa do seu representante , José Aldir.

José Fanha on PhotoPeach

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Apreciação crítica ao filme “O dia em que vieram prender o livro”


Por vezes, de onde menos esperamos, é de onde surgem as lições de vida mais enriquecedoras… Neste pequeno filme que vimos, “O dia em que vieram prender o livro”, consegui retirar ensinamentos muito importantes como a amizade, a persistência, a cooperação e a entreajuda, que vieram a ser a solução do “problema” que surgiu ao longo do filme.
Através deste filme, é possível fazer-se uma crítica à censura e às suas consequências, no entanto, no final do filme é-nos demonstrado o facto de que apesar dos muitos obstáculos que nos possam surgir, cada um de nós terá ou deverá ter a capacidade de os saber gerir e ultrapassar, pois não é a vida que se adapta a nós, mas sim nós que nos devemos adaptar à vida, na maioria das situações. Considero que este filme retrata de uma forma breve e concisa este fenómeno que foi a censura, e como a nossa liberdade poderá levar à censura, por mais contraditório que isto possa parecer. Pegando no exemplo prático retratado, em que o jovem de cor negra pretende que o livro “Huckleberry Finn”, de Mark Twain, seja censurado, por conter expressões racistas, a seu ver.
Na minha opinião, este jovem não se aceitava a si próprio tal como era e queria eliminar aquilo que lhe fazia frente e o incomodava, não se importando com a sua atitude, de limitar a liberdade dos seus colegas lerem o livro.
A filosofia de vida transmitida reflete o mundo de valores atual, em que o egoísmo e o individualismo imperam.
Mariana Cunha
10º B

terça-feira, 15 de maio de 2012

Trabalhos a propósito da Oficina de Escrita Criativa


Deixamos aqui dois trabalhos realizados a propósito da Oficina de Escrita Criativa realizada no dia 12 de Abril, com os alunos do 10º A, B, C e D. Estes trabalhos já foram enviados via email à dinamizadora das sessões, Leonor Tenreiro. 
Parabéns aos autores.



Leonor, Leonor
Com esse nome
Cheio de esplendor
Só podia fazer furor
Um acróstico fomos realizar
E o nosso nome tivemos que utilizar
Com formas e desenhos
O nosso nome tivemos de enfeitar
Sobre esse acróstico
Um texto
Tivemos de inventar
Para mais não demorar
Do que fizemos de seguida
Vou ter de passar
Um texto num elevador
Em que preso
Tive de ficar
Com uma pessoa
Que desprezo
E ainda por cima
Tive de a aturar
Para de coisas chatas
Não falar
Para o próximo trabalho
Vou ter de passar
Um texto em 5 minutos
Tivemos de fazer
Sempre sem parar
De escrever
Acabámos
Os nossos trabalhos
Com uma representação
Foi assim uma aula
Com uma grande diversão!  :D



Marcos Chaves e Gonçalo Rodrigues
10º A


Crítica à aula da escritora Leonor Tenreiro

Linda é decerto a adjetivo mais adequado para descrever como decorreu a nossa manhã, com a escritora Leonor Tenreiro, que nos providenciou generosamente a sua sabedoria e boa-disposição.

                                       
Espantoso foi sem dúvida alguma o exercício do acróstico desenhado, que pôs à prova a nossa criatividade e nos deixou maravilhado com o resultado final.

Orgulhosa ficou com certeza a escritora em relação ao nosso trabalho de aula, com motivos bem evidentes pois houve um grande empenho por parte da turma.


Naturalidade foi a característica predominante na aula, onde tanto a professora como os alunos participaram nas atividades desenvolvidas.

Originalidade é o que carateriza as histórias e diálogos produzidos pelos alunos, onde ficaram evidenciadas as capacidades que temos para produzir histórias criativas num curto espaço de tempo.

Relevante foi o facto de a escritora Leonor Tenreiro ter criado ao longo da aula um ambiente de animação e descontração que nos motivou para participarmos mais à vontade nas atividades. Os alunos retiram desta aula uma experiência muito positiva, produtiva e enriquecedora para usarem no futuro.


Cátia Simão 10ºA








Oficina de escrita criativa com Leonor Tenreiro

Numa certa sexta-feira, a minha turma foi desafiada a participar numa oficina de escrita criativa com Leonor Tenreiro. Algo que, para a maioria dos jovens, se afigura, à partida, como uma tarefa maçadora e enfadonha, pois a escrita exige concentração e esforço. No entanto, com as técnicas e dinâmicas implementadas, esta oficina tornou-se bastante interessante e inovadora, levando-nos mesmo a despertar a nossa imaginação, por mais adormecida que ela estivesse. Isto tudo para dizer que gostei, aliás, gostei muito de experimentar este modo criativo que nos leva a escrever, sem darmos por isso. Eu voltaria a repetir esta experiência, uma vez que me permitiu aprender novas técnicas e desenvolver algumas capacidades no modo de escrever.
Para finalizar, acho que esta oficina conseguiu despertar, mais uma vez, o bichinho da escrita que há em cada um de nós, pois “de escritor e louco todos temos um pouco”.

Mariana Cunha
10º B


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Tutorial para criar ebooks usando o Calaméo

Deixamos-te aqui  um tutorial para fazer publicações de documentos de uma forma fácil, gratuita e rápida.









segunda-feira, 30 de abril de 2012

Participação na fase distrital do Concurso Nacional de Leitura


Realizou-se no dia 27 de abril a Fase Distrital do Concurso Nacional de Leitura, na Biblioteca Municipal Tomás Ribeiro de Tondela e no Auditório do ACERT. O nosso Agrupamento foi muito bem representado pelas alunas do 3º ciclo: Maria de Fátima Lopes, 8º E; Ana Rita Sousa, 8º D e Catarina Ferreira, 7º F
 Do ensino secundário participaram os alunos: Daniela Vaz, 10º B; José Eduardo Sousa, 10º C e Ana Carolina Pereira, 10º D. Os alunos foram acompanhados pela professora bibliotecária, Isilda Menezes.

Os 131 alunos de 29 escolas/agrupamentos do distrito de Viseu realizaram uma prova escrita durante a manhã na Biblioteca Municipal Tomás Ribeiro, em Tondela. Nesse período de tempo os professores fizeram uma visita ao Museu Terras de Besteiros.
À tarde, no auditório ACERT foram apresentados os vencedores da prova escrita, seis alunos do 3.º ciclo e seis do Ensino Secundário. Aí, depois de um momento musical, os alunos apurados prestaram uma prova oral. De entre estes foram selecionados três de cada nível de ensino que irão participar na Fase Nacional, a realizar em Lisboa.
Mais uma vez, os alunos do nosso Agrupamento tiveram uma boa prestação! A aluna, Daniela Vaz, 10º B foi uma das seis selecionadas e teve um bom desempenho, mas não foi uma das três apuradas.
Parabéns aos alunos que representaram o nosso Agrupamento e, em especial, à Daniela que consegui participar na prova oral.
Foi um dia bem passado que ficará, com certeza, na memória dos participantes.








terça-feira, 24 de abril de 2012

25 de abril

Odia 25 de abril de 1974 também denominado "Dia da Liberdade" não foi esquecido na EBFL. Para além da bela exposição que se encontra no átrio da escola, também na biblioteca essa data tão importante da nossa história foi lembrada com a exposição de trabalhos e um dossiê temáticos que existe neste espaço.
Este acontecimento também conhecido como a Revolução dos Cravos refere-se a um período da história de Portugal resultante de um golpe de Estado militar, ocorrido a 25 de abril de 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 1933, e que iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático, com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de Abril de 1976.
Este golpe foi conduzido por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), composto por oficiais intermédios da hierarquia militar, na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial e que foram apoiados por oficiais milicianos, estudantes recrutados, muitos deles universitários.
A canção "E depois do adeus" foi uma canção-senha do 25 de abril.

25 de abril on PhotoPeach


Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor nas bibliotecas da EBFL e da ESFRoV

Na  Escola Básica Ferreira Lapa cada turma produziu uma frase sobre a data comemorativa do Dia Mundial do Livro e dos Direitos do Autor que foi usada para fazer um marcador de livros para cada aluno dessa turma.
Deixamos aqui alguns exemplos.



Podes ver aqui os marcadores de livros produzidos por cada uma das turmas da EBFL em formato e-book.

Na ESFRoV decorou-se a biblioteca com frases alusivas ao Dia Mundial do Livro. Também foi realizada uma exposição sobre Cervantes, pelo 8º ano, na disciplina  de Espanhol.

 

Às turmas do 3º ciclo e secundário tanto da EBFL como da ESFROV foi proposto o visionamento do filme "O dia em que vieram prender o livro" e organizados pequenos debates.

Neste filme, dois jovens amigos de longa data, Gordon e Barney, partilham muitos pontos de vista e interesses comuns. De repente, vêem-se confrontados com opiniões divergentes sobre a obra de Mark Twain "Huckleberry Finn".
Numa aula, ao ler uma passagem do livro, Gordon fica escandalizado com a utilização repetida da palavra "negro". Zangado, por se ver obrigado a ler um texto que considera racista recusa-se prosseguir a leitura, advertindo que não frequentará aquela aula enquanto tal livro for usado e constar do programa.
A história desenrola-se numa comunidade educativa americana e envolve verdadeiras campanhas organizadas com alunos, pais, professores e bibliotecários, em que são expostos e divulgados os argumentos a favor e contra o livro de Mark Twain.
É nesta atmosfera que se vem a descobrir que a própria escola tem procedido à censura de livros e programas, em resposta a críticas e reclamações de pais e educadores.
A razão do despedimento repentino da bibliotecária da escola é também descoberta e surgem, na comunidade educativa, alianças absolutamente inesperadas motivadas pela dinâmica da censura.
As opiniões divergentes dos dois jovens amigos desafiam a sua própria amizade, até aí inabalável.
O filme mostra a importância fundamental da liberdade de expressão no quotidiano dum estado democrático.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor

O Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor é um evento comemorado a 23 de abril em 100 países, desde 1996. A data foi instituída pela Conferência Geral da UNESCO para prestar tributo aos grandes autores da literatura mundial que nasceram ou morreram neste dia. É o caso de Cervantes, Shakespeare, Inca Garcilaso de la Vega e Vladimir Nabokov. A celebração procura também encorajar as pessoas, especialmente os mais jovens, “a descobrir o prazer da leitura e a respeitar a obra insubstituível daqueles que contribuíram para o progresso social e cultural da Humanidade” (UNESCO).
A UNESCO este ano junta às comemorações do Dia do livro e dos Direitos de Autor o 80.º aniversário do Index Translationum.
O Index constitui  um instrumento excecional, contém  mais de 2.000.000 de resumos bibliográficos em todas as disciplinas, para observar e avaliar os fluxos de tradução em todos os países membros da UNESCO, além de ser uma base indispensável para a elaboração de políticas culturais no âmbito do livro.


Fernando Pessoa: plural como o universo

Para quem estudo e gosta de Fernado Pessoa, deixamos aqui esta informação.